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Populares Recorrem à Dieta Cetogênica

"Joao Enzo" (2018-05-07)

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Este postagem é uma colaboração do Caio Fleury do website Primal Brasil e diz sobre jejum intermitente, que é um tópico que gera muita curiosidade em quem está procurando perder calorias com low carb. Você podes ambicionar ver mais qualquer coisa mais completo relativo a isto, se for do teu interesse recomendo ir até o website que deu origem minha post e compartilhamento destas dicas, acesse navegue para este Outro artigo e leia mais a respeito. Eu sempre digo por aqui que é bem essencial conceder uma sensacional estudada antes de partir Navegue para este outro artigo a prática do jejum, principalmente no momento em que se está começando na alimentação low carb.


O post do Caio reúne dicas super sérias para quem tem interesse na prática entretanto tem pânico de perder músculo. No Primal Brasil você bem como encontra muitos postagens, podcasts e videos de assuntos relacionados ao mundo paleo/low carb. Em meu artigo anterior, "Deveríamos tomar o café da manhã? Em geral, os leitores gostaram do artigo, todavia diversos me mandaram mensagens, preocupados com uma possível perda de massa magra com esta prática.


Portanto escrevi este post que tem o propósito de explorar se o jejum causa ou não perda de massa magra. No momento em que as pessoas escutam sobre o jejum intermitente, normalmente ficam boquiabertas, pois neste momento foram advertidas por autoridades nutricionais e na compreensão popular que esta é uma prática nociva. É comum ler, ou escutar por aí que o jejum é uma prática nociva, prejudica o metabolismo, gera perda muscular, é pior para saúde física e mental.


O fato é que todos os estudos notabilizam exatamente o oposto! E a propósito, é bem comum de descobrir fatos científicos contradizendo a sabedoria popular. Postagens científicos são complicados de serem interpretados pra maioria das pessoas, e o fato da maioria deles estarem acessíveis somente em inglês dificulta mais ainda. Cadastre-se Navegue para este outro artigo ganhar GRÁTIS um ebook com Dicas e Receitas pra um Café da Manhã Low Carb que emagrece e alimenta! Grata por se cadastrar! Para não entrar em modo catabólico é necessário ingerir fontes de proteína que possuem os nove aminoácidos consideráveis, ou melhor, a proteína animal, ovos, carnes, peixes e laticínios.


Referências de proteína vegetais são referências insuficientes de aminoácidos relevantes. Existem alguns estudos que têm examinado os efeitos do jejum intermitente em regular a retenção muscular, no entanto eles não são diversos. Nenhum conseguiu evidenciar que jejuns curtos, de menos de doze horas, causam perda muscular, dado que os indivíduos sejam alimentados com quantidades suficientes de proteína animal antes do tempo de jejum. Em um estudo famoso feito com boxeadores foi constatada uma perda de músculo no grupo de boxeadores que fizeram duas refeições ao dia, no momento em que comparados aos que fizeram várias refeições ao dia.


Todavia, este estudo ganhou conclusões errôneas e tem sido criticado por vários pesquisadores, pois que não consideraram o caso dos participantes estarem consumindo proteínas só em maneira líquida, como whey protein, que são absorvidos mais de forma acelerada pelo corpo. Além destes estudos, existem estudos que mostram a taxa de absorção de proteína dos alimentos. Em geral, a proteína é absorvida muito lentamente. Depois de uma refeição rica em proteína, são necessárias muitas horas pra que os aminoácidos entrem na corrente sanguínea, podendo regressar a mais de dez horas.


Um almoço caprichado com mais de sessenta gramas de proteína provavelmente ainda estaria fornecendo aminoácidos por mais de 10 horas, isto é, até o treino do final de tarde, ou da noite. Ao inverso do que muitos pensam, o jejum alongado de mais de 24 horas não influencia negativamente nosso estado de saúde mental se estivermos adaptados a uma dieta low-carb cetogênica, restrição calórica ou jejum intermitente. Nenhum estudo foi apto de apresentar uma redução da taxa metabólica estatisticamente significativa durante períodos de jejum curtos.


  • Dois - off

  • um xícara de chá de chocolate diet cortado em pequenos pedaços

  • Adoçante ou mel orgânico

  • Quem quer só obter músculo

  • dez Opções de Treino ABCDE pra Hipertrofia

A redução da taxa metabólica existe somente em jejuns longos de mais de 3 dias, não em jejuns intermitentes. Se ocorrerem variações no metabolismo em jejuns intermitentes, é mais viável que haja um acréscimo, ao invés redução. A atrofia muscular ocorre no momento em que a taxa de degradação de componentes intracelulares da massa magra é maior do que a taxa de síntese. No momento em que fazemos jejuns duradouros ou desenvolvemos doenças como a diabetes e o câncer, o músculo entra em recurso catabólico, favorecendo a degradação dos componentes intracelulares e a quebra da proteína nos músculos.


Segundo John Kiefer pesquisador e body builder profissional, o corpo começa a perder massa muscular a partir de doze horas de jejum aproximadamente, no momento em que sinais supressores da sinopse de proteína começam de forma acelerada a se estimular. Segundo ele isso ocorre por incontáveis motivos. Depois de doze horas de jejum o corpo ajusta de forma acelerada diversos reguladores do desenvolvimento, vários dos quais agem pra desligar as reações químicas responsáveis pelo processo anabólico e a síntese de proteína. As pesquisas são unanimemente a favor do consumo de proteína pré e pós-treino pra aprimorar a sinopse protéica.


Treinos de resistência feitos em jejum são beneficiais de muitas maneiras. Jejuns longos são anabólicos, eles impedem o crescimento muscular. Pular o café da manhã não se enquadra nessa classe. O acrescento da produção de cortisol durante o tempo de jejum também gera benefícios pro aumento de massa muscular. O cortisol é um hormônio tipicamente conhecido como o hormônio do estresse, por causar estresse físico e mental em grandes quantidades.


Porém, em quantidades moderadas ele é benéfico, sendo responsável pelo melhoras pela cognição, atenção, memória e sabedoria sensorial, entre outros privilégios. O acrescentamento dos níveis de cortisol gera uma avanço no metabolismo muscular e da glicose, aumenta a tolerância à agonia, diminui a fadiga e se intensifica a motivação ao longo do treino de musculação. Graças a ele é possível agüentar os treinos por períodos mais longos, tendo mais motivação, resistência à dor e a fadiga.



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