Reader Comments

Tecnologia Favorece Produção De Quadrinho Nacional

"Ana Beatriz" (2018-04-23)

 |  Post Reply

Conseguir um autógrafo na HQ que você ama e poder falar com um quadrinista que admira é muito legal, mas não deixe de aproveitar algo que só uma Comic Con pode oferecer: uma gama imensa de artistas independentes com trabalhos incríveis. Com gibis de todos os gêneros e enredos inéditos, esses artistas estão lá por conta própria acreditando em um sonho. É uma oportunidade única de conhecer novo e ainda ter um contato muito próximo com os quadrinistas. Ainda mais quando muitos deles têm obras realmente geniais. Geralmente não é tipo de material que tem acesso ao público em livrarias, em bancas", comenta Hugo Nanni, que lança na feira duas HQs, então nós depende muito dessa logística, porque (são) nesses eventos que a gente consegue ter contato com público".

estantesPara entrar no mundo digital dos quadrinhos, você vai precisar de três coisas: uma fonte de quadrinhos, um bom método de organização e algo onde ler as suas edições. A seguir, vou detalhar as melhores soluções que eu encontrei para estas três questões.

Meu jeito de colecionar é que me preocupo em comprar jogos de qualidade, procurando conhecer vários tipos de jogos e franquias escolhendo-os de forma cautelosa, e ao mesmo tempo, quando gosto de determinada franquia, procuro obter tudo sobre ela, claro, à medida do meu orçamento.Eu piro com edições limitadas, mas também não saio que nem louca procurando obter tudo, até mesmo porque dinheiro não dá.

Quando um professor lê um texto para si ou para outro, situa-se nele como interlocutor desse, e contextualiza e intertextualiza que faz da leitura um encontro de personagens e personalidades. Todo texto contém em sua estrutura ensinamento estético, moralístico,humorístico ou até mesmo "prazeroso".

A ampliação do número de caixas-estantes do Viagem pela Literatura objetiva a democratização do acesso ao livro e à leitura em Vitória. Essa descentralização é importante para oportunizar que pessoas, que não conheciam ou não tinham hábito de pegar um livro emprestado na Biblioteca, saibam que isso é possível", destaca secretário municipal de Cultura, Alcione Pinheiro.

Volto a este blog motivado pela última matéria sobre as lombadas de coleções em torno do mundo, especificamente pela foto da estante do SEMI. Gostaria de inicialmente agradecer ao Leo por novamente ter me dado (epa!!!) a abertura (opa!!!) para eu escrever neste blog que muito tem me ajudado em minha coleção de quadrinhos.

Quadrinhos, HQs, Comics, Graphic Novels, Encadernados, Mensais, Gibis, Histórias em Quadradinhos, entre outros são os nomes dados a estas (Nem sempre) maravilhosas histórias ilustradas. Já as tivemos em diversos tamanhos diferentes, formatinho, gigante, especial, americano, entre um monte de outros tamanhos estranhos que só servem para dificultar a vida e a estante para miniaturas de carros do colecionador de quadrinhos. Ah, colecionador de quadrinhos. Aquela figura que gosta tanto de uma história que não basta apenas lê-la uma única vez, ele precisa tê-la, abraça-la, ama-la e acaricia-la sempre que possível. Uma história, quando fascina, desperta verdadeiro amor e desejo, indiferente se a lombada está torta ou a ponta de uma página está dobrada. fã de quadrinhos os coleciona por gostar da história, dos personagens ou até mesmo do artista responsável pelo mesmo, não porque aquela edição valerá triplo do preço daqui a 20 ou 30 anos.

Quando se fala em Disney, a primeira coisa que todos pensam é que são histórias infantis, mas isso não é bem verdade, essas HQs são muito capazes de agradar adultos também, sendo que alguns títulos são pensados primeiramente para velhos colecionadores. Indique algumas coleções lançadas no Brasil cuja qualidade artística é indispensável para qualquer leitor de quadrinhos que se preze.

Ideia, roteiro, rascunho, desenho, arte final, letramento, paginação, impressão, montagem e distribuição: as fases de produção de uma história em quadrinhos são várias e muito trabalhosas. Na Sessão Geleia HQ, desafio era cumprir todas essas etapas em grupo - e em apenas 24 horas. Em uma mesma sala, a criatividade de 12 desenhistas cresceu até quase não caber mais. Gabriel Góes, João Lin, Luciano Salles, Magenta King, Pedro Cobiaco, Tiago Lacerda (Elcerdo), João Carlos Vieira (João Azeitona), Dalton Tadeus Soares Cara (Dalts), Mateus Santolouco, Felipe Nunes, Marcelo Costa e Magno Costa uniram esforços para produzir "Rô", a história de um personagem sem gênero definido, contada em terceira pessoa e por vários pontos de vista. "A ideia era achar um tema com algum elemento em comum que ligassem as histórias. Este elemento iria ser plano principal para cada artista criar. E foi definido que seria um personagem esse elo", explica Tiago Lacerda.

A biblioteca infantil disponibiliza obras infantis e juvenis, gibis, revistas, em um ambiente alegre e acolhedor. Pode se disser que é a versão fulset dos consoles, este tipo de colecionador não costuma comprar jogos, na maior parte das vezes ele mal costuma jogar, pois objetivo dele e ter a maior quantidade de consoles isto inclui ate mesmo mais de uma versão de cada console, as vezes só pelo fato de serem do mesmo modelo, porem de outra cor ,já se torna alvo deste colecionador.

Add comment