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Catherine Deneuve E O Justo à Paquera Desajeitada

"Paulo Murilo" (2018-06-09)

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Novas semanas atrás um grupo de mulheres francesas resolveu bater de frente contra o politicamente preciso, mais especificamente contra as feministas. Realmente, convidar alguém pra jantar, requisitar o telefone, fazer um galanteio, beijar no rosto, como é comum na América Latina, como maneira de efeito etc., uma pessoa em sã consciência descobre isto assédio sexual? Além do mais, nossa data, que promoveu e promove a emancipação da mulher, garantiu-lhe assim como o justo de falar não. A dificuldade é no momento em que o "não" feminino é desrespeitado. Aí sim, começa a selvajaria. Enfim, gosto do ditado: nem ao menos em tão alto grau ao mar, nem em tal grau à terra. Uma paquera desajeitada e coisa parecida, sem rebaixamento, e com respeito ao não, concordo com as mulheres francesas do manifesto citado - não é assédio sexual.


Art. 508 - Se a posse for de mais de ano e dia, o possuidor será mantido sumariamente, até ser convencido pelos meios ordinários. Art. 509 - O disposto nos artigos antecedentes não se aplica às servidões contínuas não aparentes, nem sequer às descontínuas, salvo no momento em que os respectivos títulos provierem do possuidor do prédio serviente, ou daqueles de quem esse o houve.


Art. 510 - O possuidor de bacana-fé tem direito, durante o tempo que ela durar, aos frutos percebidos. Art. 511 - As frutas pendentes ao tempo em que cessar a legal-fé precisam ser restituídos, após deduzidas as despesas da geração e custeio. Necessitam ser bem como clique neste restituídos as frutas colhidos com antecipação. Art. 512 - As frutas naturais e industriais reputam-se colhidos e percebidos, logo que são separados.


Os civis reputam-se percebidos dia por dia. Art. 514 - O possuidor de sensacional-fé não responde na perda ou deterioração da coisa, a que não der causa. Art. 515 - O possuidor de má-fé responde na perda, ou deterioração da coisa, embora acidentais, salvo se provar que da mesma forma se teriam dado, estando ela pela posse do reivindicante. Art. 516 - O possuidor de bacana-fé tem correto à indenização das benfeitorias necessárias e úteis, assim como, quanto às voluptuárias, se lhe não forem pagas, a levantá-las, no momento em que o puder sem detrimento da coisa. Pelo valor das benfeitorias necessárias e úteis, conseguirá exercer o certo de retenção.


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Art. 517 - Ao possuidor de má-fé serão ressarcidas somente as benfeitorias necessárias; porém não lhe assiste o certo de retenção pela importancia dessas, nem ao menos o de erguer as voluptuárias. Art. 518 - As benfeitorias compensam-se com os danos, e só obrigam ao ressarcimento, se ao tempo da evicção ainda existirem. Art. 519 - O reivindicante sou grato a indenizar as benfeitorias tem justo de optar entre o teu valor atual e o teu gasto.


III - pela perda, ou destruição delas, ou por serem postas fora do comércio. V - pelo constituto possessório. Parágrafo único - Perde-se a posse dos direitos, em se convertendo inaceitável exercê-los, ou não se exercendo por tempo que baste pra prescreverem. Art. 521 - Aquele que tiver perdido, ou a quem houverem sido furtados, coisa móvel, ou título, ao portador, podes reavê-los da pessoa que os detiver, salvo a esta o certo regressivo contra quem lhos transferiu.


Parágrafo único - Sendo o equipamento comprado em leilão público, feira ou mercado, o dono, que ambicionar a restituição, é muito obrigado a pagar ao possuidor o valor por que o comprou. Art. 522 - Só se considera perdida a posse para o ausente, no momento em que, tendo notícia da ocupação, se abstêm de retomar a coisa, ou, tentando recuperá-la, é violentamente repelido. Art. 523 - As ações de manutenção e as de esbulho serão sumárias, quando intentadas dentro em ano e dia da turbação ou esbulho; e, passado esse período, ordinárias, não perdendo, no entanto, o feitio possessório.


Parágrafo único - O prazo de ano e dia não corre durante o tempo que o possuidor defende a posse, restabelecendo a situação realmente anterior à turbação, ou ao esbulho. Art. 524 - A lei garante ao proprietário o direito de usar, gozar e dispor de seus bens, e de reavê-los do poder de quem quer que injustamente os possua. Parágrafo único - A domínio literária, científica e artística será regulada conforme as disposições do Episódio VI desse Título. Art. 525 - É plena a propriedade, quando todos os seus direitos elementares se encontram reunidos no do proprietário; limitada, quando tem ônus real, ou é resolúvel.


Art. 527 - O domínio presume-se exclusivo e ilimitado, até prova em contrário. Art. Eu não poderia esquecer-me de citar um outro website onde você possa ler mais sobre isto, talvez já conheça ele mas de qualquer forma segue o hiperlink, eu amo extremamente do tema deles e tem tudo haver com o que estou escrevendo por essa postagem, veja mais em clique neste. 528 - As frutas e mais produtos da coisa pertencem, ainda quando separados, ao seu proprietário, salvo se, por fundamento jurídico, especial, houverem de caber a outrem. Art. 529 - O proprietário, ou o inquilino de um prédio, em que uma pessoa tem correto de fazer obras, pode, no caso de dano iminente, solicitar do autor delas as precisas seguranças contra o prejuízo eventual. IV - pelo certo hereditário. Art. 531 - Estão sujeitos à transcrição, no respectivo Registro, os títulos translativos da propriedade imóvel, por ato entre vivos. III - a arrematação e as adjudicações em hasta pública.


Art. 533 - Os atos sujeitos à transcrição (arts. 531 e 532, II e III) não transferem o domínio, senão da data em que se transcreverem (arts. 856, 860, parágrafo único). Art. 534 - A transcrição datar-se-á do dia em que se expor o título ao oficial do clique neste registro, e este o prenotar no protocolo. Art. 535 - Sobrevindo falência ou insolvência do alienante entre a prenotação do título e a tua transcrição por atraso do oficial, ou indecisão julgada improcedente, far-se-á, não obstante, a transcrição exigida, que retroage, nesse caso, à data da prenotação.



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