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Quanto Dinheiro Você Está Jogando Fora Com Vacinas Pra Pets?

"Maria Marina" (2018-05-22)

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Há bastante tempo o Paulo Werneck, editor, me pediu que escrevesse a respeito de um desenhista do qual eu neste instante tinha ouvido conversar, Saul Steinberg. Aceitei. E é aí que você corre pro Google, pra bibliotecas, para os amigos. Fiquei fã incondicional do homem e da sua linha. Comprei todos os livros, li todos os ensaios, e tive até vontade de desenhar. Tentei. Não deu certo. Ele é gente nesse tipo, um ilustrador que te apresenta desejo de ilustrar.


Até hoje me amarro nele. Não entendo onde foi parar o postagem que fiz a respeito ele, na Folha, contudo para meu divertimento fiz o que amaria de ter feito de verdade, eu o entrevistei de inverdade. Dizendo mais de comida, é claro, apesar de tudo minha seção pela Folha é de comida. Ninguém leu, era o primeiro dia de um obscuro site. Hoje, modificado, um pouquinho grande (a vida dele foi tão cheia de desenhos), trago de volta este homem encantador. De verdade, é para o meu facefriend arquiteto, Marco Antonio Silva que me socorro demais, nem almejo saber como consegue colocar fotos nas minhas artigos, eu não consigo, ele vai lá e apresenta um jeito. Cara genial, gosto dele excessivo. Acho que vocês assim como irão findar amigos dele, vale muito pena. Abaixo a entrevista fake. Nina Horta - Imaginei que não se importaria com uma entrevista falsa, no fim de contas o senhor é o mestre das máscaras de papel, dos envelopes forjados, da caligrafia perfeita que não diz nada. Saul Steinberg - Não me importo mesmo, todas as entrevistas são falsas.


Só de imediato saiu em português a autobiografia a 4 mãos com seu amigo Aldo Buzzi (Reflexos e Sombras - Saul Steinberg e Aldo Buzzi. Se quiser saber mais sugestões a respeito de desse conteúdo, recomendo a leitura em outro muito bom web site navegando pelo hiperlink a seguir: clique em próximo post. É um livro menor, por fim 4 capítulos pro desenhista mais conhecido do mundo é insuficiente. O que mais me surpreendeu foi como a comida tomou um viés tão primordial clique em próximo post sua biografia. Foi quando localizei que o seu amigo Aldo Buzzi escrevera um livro de cozinha que o senhor ilustrara. Correto, O Ovo e Eu.


  • Reforço anual com V8 ou V10 + anti-rábica pro resto da vida
  • BBC Brasil
  • Ossos de frango, por serem cortantes
  • Ás vezes eles se empolgam - de verdade - e ficam literalmente cegos de euforia

Muito envolvente o livro dele. Algumas vezes o uso pra fazer uma omelete ou mesmo pra reler e me divertir um pouco. Aldo a todo o momento foi muito erudito e espirituoso e nós 2 tínhamos o mesmo adoro por favor comida boa. Fui um guri pobre na Romênia. Não, exatamente necessitado, entretanto com aquela vidinha apertada, ida e volta ao colégio, brincando clique em próximo post casa na fabriqueta do meu pai. Era uma comunidade sem mistérios.


Tudo se passava em redor de grandes pátios, pra onde davam as casas, com as janelas abertas, onde, sonhe, todos podiam observar, espiar. Entendo que tem um nariz muito afiado pra cheiros. Afiado e grande. Uma vez o editor da "New Yorker" chamou-me pedindo que diminuísse o nariz das pessoas, que na América os narizes eram menores. Fingi que concordava contudo nunca tirei um milímetro do nariz de desenho algum. Seu pai era encadernador de livros, entre novas coisas.


Um local muito cheiroso, sem sombra de dúvida, papéis, colas, tintas, caixas, daí tem que ter vindo tua paixão pelos lápis, por papel, por cores. E me lembro de tudo, da Páscoa judaica quando o trabalho aumentava já que era preciso fazer algumas caixas para o pão ázimo que seria servido. Esses pátios internos das casas eram muito importantes. Nós, as garotas, gente trabalhando, muita galinha, de vez em no momento em que um porco. Galinhas eram consideradas como gatos e cachorros.



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