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Conheça Os Ideais Pra Cada Atividade Física

"Lorenzo" (2018-04-08)

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Mariana lutou contra a depressão e viu o quadro piorar ao mergulhar por horas a fio no Facebook. Significava bem como "procrastinar tarefas da casa e os estudos". Luísa, 47 anos, o smartphone entrou como escolha para relaxar à noite, depois de um comprido dia de trabalho. Em poucos anos, virou o centro de conflitos com as filhas e o marido. Luísa à BBC Brasil . A dependência tecnológica, que acrescenta o "uso abusivo" da web, redes sociais, jogos e celulares, não é dimensionada no Brasil, contudo neste instante chega como dificuldade a especialistas. PHD em psicologia e coordenador do Grupo de Dependência Tecnológica do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Escola de São Paulo (USP), Cristiano Nabuco de Abreu.


O Brasil tem 120 milhões de usuários de web, o quarto superior volume do universo, atrás de Estados unidos, Índia e China, mostra relatório da Conferência das Nações Unidas a respeito de Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD). Em 2016, a nação foi considerado o segundo que mais utiliza o WhatsApp, em um levantamento do Mobile Ecosystem Forum (MEF). O primeiro espaço ficou com a África do Sul.


Embora não haja indicadores de quantos, em meio a esse batalhão, são considerados dependentes, estudos dão pistas sobre isto os riscos. Nabuco, também autor do livro Web addiction in Children and Adolescents (em tradução livre: O vício em internet entre moças e adolescentes). A amargura vai além, no entanto, do tempo gasto. Se concentra, principalmente, pela conexão do usuário com esse tipo de ferramenta, diz Eduardo Guedes, pesquisador e afiliado do Instituto Delete - primeiro núcleo do Brasil especializado em "desintoxicação digital" pela Faculdade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).


O Instituto procura o impacto das tecnologias desde 2008 e neste instante disponibilizou atendimento gratuito a respeito de 500 pessoas, nem sequer todas com dependência diagnosticada. A emoção de prazer despertada nos usuários é uma das possíveis explicações pra dependência. Guedes. "Em uma conversa normal, em 30% do tempo geralmente se comenta sobre si". As informações são de uma pesquisa da Universidade de Harvard segundo a qual este comportamento gera um instrumento de recompensa no cérebro, graças à liberação de dopamina, além de endorfina, ocitocina e serotonina, hormônios ligados ao alegria.


Mas esse entusiasmo é temporário, observa Guedes. O efeito seria comparável ao da dependência de substâncias químicas no sistema nervoso central. ASEAT, uma assessoria de segurança e educação em alta tecnologia, de Brasília. Como medir o vício? Segundo Guedes, um conjunto de 5 critérios são observados para avaliar se o exercício da tecnologia deixou de ser saudável. O primeiro deles mede quão importante o celular ficou para transportar o sentimento de "refúgio de entusiasmo ou segurança". Quanto maior a relevância da ferramenta, mais grave a situação do usuário. Em tímidos, o exercício abusivo podes transportar à fobia social.


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  7. cinco - Citrulina malato

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Outro termômetro é a importância da tecnologia no dia a dia. Deslocar-se ao banheiro ou pra cama, a título de exemplo, e transportar o smartphone junto pode parecer inocente, porém, em alguns casos, aponta distúrbio. Guedes. Segundo ele, o efeito é parecido ao vivido por ex-fumantes, que sentem a indispensabilidade de movimentar uma caneta entre os dedos para simular os gestos que se acostumaram a fazer quando fumavam. O quinto critério mede o quanto a dependência circunstância conflitos pela vida real. Se quiser saber mais sugestões sobre nesse assunto, recomendo a leitura em outro excelente site navegando pelo hiperlink a seguir: notícias.


É o caso, a título de exemplo, de filhos que reclamam a atenção dos pais dividida com a web até que eles próprios começam a localizar nas telas refúgio, gerando, em resultância, novos conflitos no lugar familiar. É uma questão que Luísa viveu e vive. Não são só os notícias dependentes de celular que estão sujeitos a esses sintomas. O jogo virou cota da tua vida quando tinha 4 anos de idade. Movido por um espírito de competitividade "muito amplo", acabava fisgado por micro computador, celular, videogame e o que mais permitisse entrar na briga. Para Antônio, o defeito ficou evidente somente no momento em que pessoas próximas passaram a ver que "a convivência estava penoso" e o cenário virou "motivo de estresse".


E assim como de separação. O casal chegou a fazer terapia e reatou. Existe um ano, teve o primeiro filho. Ele está pela terceira tentativa de parar. Segundo o especialista, um grupo de estudiosos defende que a dependência tecnológica seria um sintoma secundário em um sujeito que neste instante tem depressão, transtorno bipolar de humor e fobia social. Outros acadêmicos argumentam que embora haja a coexistência de outro transtorno psiquiátrico, estamos lidando, claramente, com uma nova "classificação diagnóstica". Seria possível, desse modo, que a tecnologia cause e não apenas agrave um problema. Uma das preocupações dos especialistas é o acesso precoce aos gadgets.



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