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Comédias Pra Se Ler Pela Escola

"Joao Vicente" (2018-06-15)

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Comédias pra se Ler na Instituição é um livro de contos cômicos do escritor Luis Fernando Veríssimo publicado em 2001 na Editora Direta. Com introdução de Ana Maria Machado, o livro é dividido em seis tópicos, e subdividido em tuas respectivas crônicas/contos. Esse capítulo trata sobre isto mal-entendidos, erros, confusões. A espada: a história conta o dia de aniversário de 7 anos de um fedelho, que, ao fim da festa, não parecia estar feliz. O pai atribuiu essa conduta ao cansaço.


Entretanto, o fedelho o surpreende, falando que é o Thunder Boy (Bebê Trovão) e que seu destino estava selado desde que havia nascido. O pai fica surpreso com o tom de seriedade na voz do filho, que continua postando que seus pais devem ser pessoas fortes e justas. O bebê dirige-se à janela, ergue a espada como uma cruz e, de repente, um trovão estremece e a espada em tal grau quanto teu filho ficam azuis. O Marajá: a história narra a história de dona Morgadinha,que não podia ver uma coisa fora do lugar,uma ponta de poeira em seus móveis ou uma mancha em seus vidros e cristais. Teu marido estabelecera um limite pra sua compulsão,proibindo-a de entrar em sua biblioteca. Lá só ele podia limpar, e não limpava. Nas poucas vezes em que dona Morgadinha ia discursar com o marido,esse fazia questão de provocá-la.


Os filhos, por ironia do destino, puxaram o pai no relaxamento e irreverência. Um dia, um homem super bem-vestido bate à tua porta e pergunta se teu adoro podes visitá-la; seu adoro era ninguém menos que o Marajá de Jaipur. Depois da visita do Marajá, dona Morgadinha não foi mais a mesma. Teu filho chegou a transportar um vira-lata link para o site com mais infos urinar na poltrona da sala, e nada. O Marajá a visitou por duas semanas, até que seu marido se cansou do descuido de dona Morgadinha com a higiene da família e da casa.


  • Quarto dia: Quatro copos, um fruta e 1 bife grelhado
  • O café da manhã
  • 11 de julho de 2014 at quinze:Cinquenta e cinco
  • Permanecer reta, com os pés retos aos ombros
  • Rosca testa - 4 séries de 8 a dez repetições
  • Fazer algum exercício físico
  • onze Dicas Pra Uma Refeição saudável - Como Fazer
  • dois canelas em pau

Procurou seu colega Turcão que era árabe e fê-lo fingir que era o Marajá. Ela acreditou tão piamente que queria dar no pé com ele pra Jaipur. Se descobrisse que fora enganada se mataria, deste jeito Turcão tinha que desiludi-la. O homem trocado: um homem acorda da anestesia e começa a falar com a enfermeira, falando que tua existência fora baseada em enganos, começando com seu nascimento, onde fora trocado por um garoto oriental. Depois, teu nome, fora cadastrado incorreto. Pela instituição, recebia castigo pelo que não fazia.


Passara no vestibular, no entanto o micro computador não registrara seu nome. Pagava contas de telefone de mais de três 1000 reais, mesmo não tendo um. Conhecera tua mulher e havia sido confinado por engano. No encerramento acha-se que também tinha havia tido um engano pela operação. Ao invés pegar o apêndice, sofreu uma operação de troca de sexo. Você podes desejar ler mais algo mais completo relativo a isto, se for do seu interesse recomendo ir até o site que originou minha post e compartilhamento dessas infos, olhe link para o site com mais infos e veja mais a respeito de. Suflê de Chuchu: Duda, a filha que nunca havia saído de residência sozinha, resolve viajar por conta própria à Paris. Quando liga link para o site com mais infos casa na primeira vez desde que havia partido acha-se que está trabalhando como empregada/faz-tudo e que cada vez que ligava pra tua residência era para perguntar como se fazia qualquer coisa.


No momento em que Duda pergunta à mãe como fazer um suflê de chuchu, esta lhe fornece a receita errada, temendo que tua filha nunca mais voltasse ao Brasil. Semanas passaram-se e, enfim Duda liga, pedindo ao pai a letra de uma música. Sozinhos: Um casal de idosos vive sozinho em uma moradia pois seus filhos neste instante estavam desenvolvidos e seus netos já estavam crescidos.


Resolvem assim, retomar uma velha conversa. A senhora dizia que o senhor roncava e este dizia que era lorota. Mas não há ninguém além dos 2 pela moradia. É aí que a idosa tem a radiante ideia de gravar teu marido dormindo. Ao acordarem irão ouvi-lá. O senhor ronca. Entretanto a senhora assim como.


A foto: A história trata da discordância sobre isso quem irá recolher a foto da família. No encerramento quem tira a imagem é o bisavô, porquê pelo qual a imagem estava sendo tirada. Resumidamente, esse episódio é um paralelo entre a infância e a vida adulta do narrador. A bola: a história mostra a transformação de tempos: O menino ganhara uma bola do pai, entretanto não sabia brincar com ela; achava que só os brinquedos eletrônicos eram legais.


História estranha: conta a história de um adulto que, ao passear no parque, se deparou com si ainda que ele era pequeno, e sentiu saudades. Adolescência: o codinome de um jovem era "Cascão", e vinha da infância, do fato dele não tomar banho (fingia que tomava). Todos chamavam ele por isso, e mesmo que isto perturbava ele, não reagia; até que um dia ele decidiu retrucar. Ele tentou provar que todos eram sujos, por pequeno que possa ser a sujeira, no entanto não conseguiu.


O conto conta bem como a história de Jander, um bebê com várias espinhas que queria tocar violino. No momento em que ele tocava, todos conseguiam ouvir, o que incomodava bastante. Um dia, uma mulher chegou em seu quarto postando ser sua empregada, e não ouviu-se mais o som do Violino aquela noite. Subentende-se que a suposta empregada foi uma distração para ele, e substituiu a obsessão pelo violino.


São questionamentos em relação a língua portuguesa e ao convívio diário. Sexa: a história mostra a conversa de pai e filho acerca do gênero da palavra sexo, se, quando se fala do sexo masculino, é sexo, por quê no momento em que se fala do sexo feminino não é sexa? Pá, pá, pá: conta a história de uma americana que veio ao Brasil e queria entender português. Ela achava engraçado o em razão de é, era uma maneira tipicamente brasileira de não ficar quieto e, ao mesmo tempo não discursar nada. A maioria da história é a conversa a respeito da diferença entre pois que sim e em razão de não entre a americana e o narrador. Mas, perto do final, a americana menciona que o que ela não entendia era o pá, pá, pá. O narrador primeiro descobre que ela estava postando de pá (em inglês, shovel), depois, descobre que é reticências.



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