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Contenção E Estabilização De Encosta

"Paulo Daniel" (2018-06-13)

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Especialista em Contenção e Estabilização de talude, encosta, muros, escavações, garagens subterrânea e outros Atua diretamente "in loco" definindo o sistema executivo adequado, esse analisado e garantido tecnicamente pelos responsáveis executivo da Solojet. Visa manter e/ou recuperar a estabilidade de uma encosta ou talude evitando possíveis movimento de massa, defender sua superfície, áreas próximas, contra a ação erosiva. Segundo sua forma de ação, podemos ter: Obras de contenção, Contenção passiva, Contenção ativa, Proteção raso, Retaludamento ou Proteção fora da área de talude. Sistema de contenção, aplicado a cortes, que emprega chumbadores, concreto projetado, e drenagem (raso e profunda).


Para sua utilização, é interessante que o solo a ser contido apresente coesão eterno não-desprezível. Tem por objetivo a estabilização de taludes de corte, temporária ou infinito. Sua principal característica é a rapidez de realização, e o mínimo custo, comparado a obras de contenção equivalentes. O concreto projetado, também chamado gunita, é um modo de aplicação de concreto utilizado sem a inevitabilidade de modos, bastando somente uma superfície pro seu lançamento. O não emprego de modos podes ser por opção, ou quando, pelas características da concretagem, teu emprego tornase dificultoso ou inaceitável.


Esse sistema é muito utilizado em concretagens de túneis, paredes de contenção, piscinas e em recuperação e reforço estrutural de lajes, vigas, pilares e paredes de concreto armado. Sistema de contenção onde o muro de concreto não é muito espesso, em razão de todo o processo de contenção está a cargo de tirantes de aço ancorados no talude, além da superfície prevista de ruptura. Esta ancoragem tal pode ser em solo como em rocha.


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Art. 915. Se a dívida solidária interessar exclusivamente a um dos devedores, responderá este por toda ela para com aquele que pagar. Art. 916. A cláusula penal pode ser estipulada conjuntamente com a responsabilidade ou em feito posterior. Art. 917. A cláusula penal pode conferir-se à inexecução completa da responsabilidade, à de alguma cláusula especial ou simplesmente á mora. Art. 918. Quando se estipular a clausula penal para o caso de total inadimplemento da obrigação, esta converter-se-á em alternativa a proveito do credor.


Art. 919. Quando se estipular a cláusula penal pro caso de mora, ou em segurança especial de outra cláusula instituída, terá o credor o arbítrio de exigir a felicidade da pena cominada, juntamente com o desempenho da atribuição principal. Art. 920. O valor da cominação imposta pela cláusula penal não pode passar o da atribuição principal. Art. 921. Incorre de pleno direito o devedor pela cláusula penal, desde que se vença o tempo da responsabilidade, ou, se o não há, desde que se constitua em mora. Art. 922. A nulidade da responsabilidade imporá a da cláusula penal. Art. 923. Resolvida a obrigação, não tendo culpa o devedor, decide-se a cláusula penal.


Art. 924. No momento em que se executar em parte a atribuição, conseguirá o juiz restringir proporcionalmente a pena estipulada pro caso de mora, ou de inadimplemento. Art. 925. Sendo indivisível a responsabilidade, todos os devedores e seus herdeiros, caindo em inexistência um deles, incorrerão pela pena; contudo esta só se conseguirá demandar integralmente do culpado. Qualquer um dos outros só responde pela tua quota. Parágrafo único. Aos não culpados fica reservada a ação regressiva contra o que deu circunstância à aplicação da pena. Art. 926. Quando a responsabilidade for divisível, só incorre pela pena o devedor, ou o herdeiro do devedor que a infringir, e proporcionalmente à tua divisão na obrigação.


Art. 927. Pra solicitar a pena convencional, não é preciso que o credor alegue prejuízo. O devedor não podes eximir-se de cumpri-la, a pretexto de ser excessiva. Art. 928. A obrigação, não sendo personalíssima, opera, deste jeito entre as partes, como entre os seus herdeiros. Art. 929. Aquele que tiver prometido episódio de terceiro responderá por perdas e danos, quando este o não executar.


Art. 930. Cada interessado pela extinção da dívida poderá pagá-la, usando, se o credor se opuser, dos meios conducentes à exoneração do devedor. Parágrafo único. Idêntico correto cabe ao terceiro não interessado, se o fizer em nome e por conta do devedor. Art. 931. O terceiro não interessado, que paga a dívida em teu próprio nome, tem justo a reembolsar-se do que pagar; porém não se subroga nos direitos do credor. Se quiser saber mais sugestões sobre isto desse tema, recomendo a leitura em outro fantástico site navegando pelo hiperlink a a frente: confira o post aqui. Parágrafo único. Se pagar antes de vencida a dívida, só terá justo ao reembolso no vencimento.


Art. 932. Opondo-se o devedor, com justo fundamento, ao pagamento de sua dívida por outrem, se ele, não obstante, se formalizar, não será o devedor grato a reembolsá-lo, senão até à importancia em que lhe ele aproveite. Art. 933. Só valerá o pagamento, que importar em transmissãconfira o post aqui da propriedade, no momento em que feito por quem possa alienar o equipamento, em que ele consistiu. Parágrafo único. Se, contudo, se der em pagamento coisa fungível, não se conseguirá mais reclamar do credor, que, de sensacional fé, a ganhou, e consumiu, embora o solvente não tivesse o direito de alheá-la.


Art. 934. O pagamento tem que ser feito ao credor ou a quem de direito o represente, perante pena de só valer depois de por ele ratificado, ou em tal grau quanto reverter em teu proveito. Art. 935. O pagamento feito de interessante fé ao credor putativo é válido, ainda provando-se depois que não era credor. Art. 936. Não vale, todavia, o pagamento cientemente feito ao credor incapaz de quitar, se o devedor não provar que em benefício dele verdadeiramente reverteu. Art. 937. Considera-se autorizado a receber o pagamento o portador da quitação, mas se as circunstâncias contrariarem a presunção daí resultante.



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