Reader Comments

Estádio é Começo, Entretanto Insuficiente Pra Boom Imobiliário Em Itaquera - Viver

"Maria Ana Clara" (2018-06-08)

 |  Post Reply

clique no seguinte documento

De um lado, a imponente Arena Corinthians, estádio criado em Itaquera para a abertura da Copa de 2014. Do outro, uma queda econômica que se expandiu para o setor imobiliário. O combate tinha cara de 0 a 0, no entanto a recessão venceu -talvez nos pênaltis. Eduardo Schaeffer, presidente do portal Zap Imóveis. Schaffer lembra do fenômeno que ocorreu no passado com o bairro Anália Franco. Pra ele, o estádio é um começo, todavia há regiões mais próximas do centro que terão mais investimento imobiliário antes de Itaquera. O portal bem como mostra que existe uma tendência de queda no número de compradores pela região.


Foi a segurança, ou a ausência dela, que fez Eugênia Castilho Lima, 37, vender sua casa no bairro, em 2015, apenas um ano depois da Copa. Ela resolveu se mudar depois do imóvel ser invadido duas vezes, a segunda, insuficiente após a arena ficar pronta. Nascida e formada na Cidade Patriarca (assim como na zona leste), ela optou por Itaquera em 2008, depois de se casar -era o bairro do marido.


Dona de um restaurante na "tua" Cidade Patriarca, Lima diz crer que foram as obras de mobilidade e não obrigatoriamente o estádio, que valorizaram seu terreno, embora os detalhes estejam interligados. Quem bem como aposta no bairro é a construtora Cury, com empreendimentos pra categoria C, como o Parque do Carmo, que fica a cerca de 4 quilômetros do estádio. Leonardo Mesquita, diretor de negócios.


Parágrafo único - Se, contudo, ao tempo da transcrição ainda não estiver pago o imóvel, o adquirente, logo que for notificado da falência, ou tenha entendimento da insolvência do alienante, depositará em juízo o valor. V - pela construção de obras ou plantações. I - As que se formarem no meio do rio consideram-se acréscimos sobrevindos aos terrenos ribeirinhos fronteiros de ambas as margens, na proporção de tuas testadas, até a linha que dividir o álveo em duas partes aproximados.


  1. Conjunto de Malas

  2. Capitão-do-campo - Terminalia argentea Mart. & Zucc. (COMBRETACEAE)

  3. DIACLASE (Joint) é uma fratura sem deslocamento dos blocos

  4. Los Angeles

  5. Teste: Engenharia Agrícola é o melhor curso pra mim

II - As que se formarem entre essa linha e uma das margens consideram-se acréscimos aos terrenos ribeirinhos fronteiros desse mesmo lado. III - As que se formarem pelo desdobramento de um novo braço do rio continuam a pertencer aos proprietários dos terrenos à custa dos quais se constituíram. Art. 538 - Os acréscimos formados por depósitos e aterros naturais, ou pelo desvio das águas dos rios, mesmo quando esses sejam navegáveis, pertencem aos donos dos terrenos marginais. Art. 539 - Os donos de terrenos que confinem com águas dormentes, como as de lagos e tanques, não adquirem o solo descoberto pela retração delas, nem perdem o que elas invadirem.


Art. 540 - Quando o terreno aluvial se formar em frente a prédios de proprietários diferentes, dividir-se-á entre eles, pela proporção da testada de cada um sobre a antiga margem; respeitadas as disposições concernentes à navegação. Art. 543 - clique no seguinte documento momento em que a avulsão for de coisa não suscetível de aderência natural, botar-se-á o disposto quanto às coisas perdidas. Art. 544 - O álveo abandonado do rio público, ou particular, pertence aos proprietários ribeirinhos das duas margens, sem que tenham correto a indenização alguma os donos dos terrenos por onde as águas abrirem novo curso. Sabe-se que os prédios marginais se estendem até ao meio do álveo. Você pode desejar ver alguma coisa mais profundo referente a isto, se for do teu interesse recomendo navegador clique no seguinte documento web site que deu origem minha post e compartilhamento dessas dicas, acesse clique no seguinte documento e leia mais sobre isso.


Art. 545 - Toda construção, ou plantação, existente em um terreno, se presume feita pelo proprietário e à tua custa, até que o contrário se prove. Art. 546 - Aquele que semeia, planta ou edifica em terreno próprio, com sementes, plantas ou objetos alheios, adquire a domínio destes; porém fica gratidão a pagar-lhes o valor, e também responder por perdas e danos, se obrou de má-fé.


Art. 547 - Aquele que semeia, planta ou edifica em terreno alheio perde, em proveito do proprietário, as sementes, plantas e construções, no entanto tem justo à indenização. Não o terá, contudo, se procedeu de má-fé, caso em que será capaz de ser constrangido a repor as coisas no estado anterior e a pagar os prejuízos. Art. 548 - Se de ambas as partes houve má-fé, adquirirá o proprietário as sementes, plantas e construções, com encargo, porém, de ressarcir o valor das benfeitorias. Parágrafo único - Presume-se má-fé clique no seguinte documento proprietário, quando o serviço de construção, ou lavoura se fez na sua presença e sem impugnação sua.


Art. 549 - O disposto no artigo antecedente aplica-se assim como ao caso de não pertencerem as sementes, plantas, ou instrumentos a quem de legal-fé os empregou em solo alheio. Parágrafo único - O proprietário das sementes, plantas ou equipamentos poderá cobrar do proprietário do solo a indenização devida, quando não puder havê-la do plantador, ou construtor. Art. 551 - Adquire assim como o domínio do imóvel aquele que, por 10 (10) anos entre presentes, ou 15 (quinze) entre ausentes, o deter como teu, contínua e incontestadamente, com honesto título e legal-fé. Parágrafo único - Reputam-se presentes os moradores do mesmo município e ausentes os que habitam município diverso.


Art. 552 - O possuidor podes, pro término de descrever o tempo exigido pelos artigos antecedentes, aumentar à tua posse a do teu antecessor (art. 496), contanto que ambas sejam contínuas e pacíficas. Art. 553 - As causas que obstam, suspendem, ou interrompem a prescrição, também se aplicam ao usucapião (art. 619, parágrafo único), bem como ao possuidor se estende o disposto quanto ao devedor.



Add comment