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Como perder peso Com Reeducação Alimentar

"Paulo Vitor" (2018-05-31)

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Insuficiência renal é o termo usado para definir a doença pela qual os rins agora não podem mais praticar suas funções de forma satisfatória. A insuficiência renal vocę pode saber mais ser aguda, no momento em que ocorre subitamente e dura menos de três meses, ou crônica no momento em que a perda de função renal é persistente e progressiva. Por este texto vamos aproximar-se a dieta dos pacientes com insuficiência renal crônica em hemodiálise (leia: O QUE É HEMODIÁLISE?).


Posteriormente escreverei um texto para pacientes com insuficiência renal em tratamento conservador, isto é, que ainda não precisam de diálise. Os rins são órgãos vitais, quer dizer, sem eles não conseguimos sobreviver. Os dois rins juntos normalmente conseguem filtrar noventa a 125 ml de sangue por minuto, o que significa alguma coisa entre 130 e 180 litros por dia.


Quando esta atividade cai pra menos de sessenta ml/min, estamos diante de um quadro de insuficiência renal. Quando a filtração cai abaixo dos dez-quinze ml/min, os rins neste momento não conseguem realizar suas funções mínimas e o paciente deve entrar em hemodiálise ante o traço de falecer por complicações deste mau funcionamento. O cálculo da atividade renal é geralmente feito por meio da dosagem da creatinina (leia: VOCÊ Entende O QUE É CREATININA?). Cinco assuntos são de elevada credibilidade na dieta do paciente com insuficiência renal em hemodiálise: líquidos, potássio, sal, fósforo e proteínas. Um dos principais sinais da insuficiência renal terminal é o acúmulo de líquidos, manifestando-se como acréscimo da pressão arterial e edemas (inchaços) pelo corpo. A imensa maioria dos pacientes que entra em hemodiálise ainda urina, que a experiência de excretar água é a última função que o rim perde.


Todavia, essa excreção é progressivamente menor e em fases terminais não é mais bastante para eliminar todo o exagero de água consumido no decorrer do dia. Vamos pensar a seguinte circunstância: um paciente com insuficiência renal em fase muito avançada consome todos os dias dois litros de água entre líquidos e alimentos (quanto mais pastoso for o alimento, mais água ele contém).


Como cada pessoa, ele perde naturalmente uma média de 500-600 ml/dia pela pele (a partir da transpiração) e nas fezes. Em consequência a doença renal, ele urina somente 1 litro por dia. Isto podes parecer bastante, mas significa que diariamente ele irá acumular qualquer coisa próximo de 500 ml de líquidos. Numa semana serão 3500 ml. Em um mês são 15000 ml ou quinze litros de água. Por ausência de controle no consumo de água, é bastante comum os doentes entrarem em diálise cheios de edema e com mais de 15 quilos de excedente de líquido (1 litro de água pesa 1 kg).


Conforme passam-se os meses, a tendência é que o paciente em hemodiálise urine cada vez menos, até voltar ao ponto em que mais nenhuma urina é produzida. Prontamente, praticamente todo o líquido consumido continuará no corpo humano até que o mesmo seja retirado na hemodiálise. Ultrafiltração é o nome que damos a retirada de líquidos durante uma sessão de hemodiálise. Desse jeito como deve ser feito o consumo de água nos pacientes em hemodiálise?


Ou melhor, o paciente poderá ingerir a mesma quantidade de líquidos que urina, mais 500 ml, equivalentes as perdas naturais durante o dia. Como todo alimento possui água, ao conclusão do dia ainda haverá sempre um balanço afirmativo, porém, como a diálise é feita a cada dois dias, esse não é suficiente para causar maiores dificuldades. Se o paciente nada urina, o seu consumo maravilhoso deveria ser alguma coisa em redor dos 500-600 ml. Na prática isto é muito custoso porque a dieta ocidental é muito rica em sal, o que desencadeia a comoção de sede e faz com que o paciente procure por água com mais frequência. No paciente que não urina ou urina muito pouco (menos de duzentos ml/dia), todo o líquido que entra, permanece no organismo.


Em vista disso, se o paciente consome dois litros de água, ele ganhará 2 quilos de peso. Em geral, indica-se que o paciente não perca mais do que 4% do seu peso em uma sessão de quatro horas de hemodiálise. Isso significa que um paciente de setenta kg não tem que ultrafiltrar mais do que 2800 ml. Logo, este é o limite de ganho de peso entre uma sessão e outra. Você podes pretender ler mais algo mais completo relativo a isso, se for do teu interesse recomendo ir até o website que originou minha postagem e compartilhamento dessas sugestões, encontre vocę pode saber mais e leia mais sobre o assunto. A toda a hora sugerimos aos pacientes que tenham um balança em moradia para controlar o peso e, consequentemente, o consumo de líquidos. O excedente de peso e a incapacidade de se atingir o peso seco ao desfecho as sessões de diálise está relativo a uma superior mortalidade.


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mais dicas

A água que entra no organismo e não sai, tem que deslocar-se para um lugar. No início ela fica dentro dos vasos sanguíneos causando hipertensão arterial. Depois, começa a extravasar e vai para as pernas. Em conclusão, o excedente de líquidos começa a acometer os pulmões levando a congestão pulmonar e, logo em seguida, edema agudo do pulmão. Como dessa maneira reduzir o consumo de líquidos? O passo mais importante é enquadrar o consumo de sal, uma vez que este circunstância sede e leva o paciente a buscar mais água.


Irei dizer particularmente do sal mais abaixo. Use a todo o momento copos pequenos. Impossibilite sopas ou outros alimentos líquidos que levem sal. Evite refrigerantes ou novas bebidas ricas em açúcar, visto que o exagero desse bem como causa sede. Chupe pequenas pedras de gelo para aliviar a sede. Calcule o líquido permitido em 24h e coloque-o numa única garrafa. Beba esse volume ao longo do dia. O potássio é um sal mineral primordial pro funcionamento das células.


Entretanto, no momento em que em excedente, vocę pode saber mais levar a complicações graves, principalmente arritmias cardíacas fatais. O potássio está presente em uma amplo multiplicidade de alimentos e todo o excedente consumido é muito rapidamente eliminado na urina. Eq/L. Níveis de potássio acima de 6 mEq/L já são considerados perigosos. Valores acima de 7,cinco - oito mEq/L, se não tratados de imediato, são incompatíveis com a vida.


Nas pessoas com rins funcionantes esse controle do potássio é feito 24 horas por dia, todos os dias. Nos insuficientes renais crônicos terminais, o único jeito de se afastar o exagero é no decorrer das quatro horas de hemodiálise realizadas 3 vezes por semana. Como agora se pode idealizar, o risco de hipercalemia é muito amplo se não houver um controle na dieta.



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