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Líderes Do MBL Defendem Privatização Da Petrobras E Chamam Rede De 'estelionato

"Paulo Vitor" (2018-05-13)

In response to villa di puncak
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SÃO PAULO - O protesto "vago" do último domingo foi apenas um "esquenta" pras grandes manifestações convocadas pra 13 de março do ano que vem, dizem os líderes do MBL (Movimento Brasil Livre), Kim Kataguiri e Renan Santos.visite a próxima página Pras próximas mobilizações, eles esperam contar com uma quantidade ainda maior de manifestantes do que a visão nos atos de março, abril e agosto deste ano.


Segundo eles, até que chegue o instante destes grandes protestos, a ideia é fazer um potente ativismo de guerrilha para pressionar políticos a continuar com o andamento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Quer saber onde investir em 2016? Visualize no Guia InfoMoney clicando por aqui! Para conhecer pouco mais nesse questão, você poderá acessar o site melhor referenciado nesse tópico, nele tenho certeza que localizará novas fontes tão boas quanto essas, encontre no hiperlink nesse website: A Nossa Página Web. InfoMoney: Como vocês avaliam o esvaziamento dos protestos deste domingo, vocês já esperavam que fossem pequenos pelo insuficiente tempo que houve para publicar os atos?


Renan Santos: Agradável, a gente aguardava menos gente ainda do que foi. Acabou sendo bastante impressionante a gente ter conseguido impulsionar uma quantidade tão grande de pessoas em menos de duas semanas. IM: Ao mesmo tempo em que vocês fizeram essa manifestação, o PT convocou uma outra manifestação pro dia 16, que eles esperam que possa ser até superior do que a de vocês. Vocês têm algum receio de perder potência caso isso aconteça? RS: Eles fizeram três manifestações antes desta tentando espelhar a nossa e todas foram infinitamente menores.


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A última manifestação que a gente fez na Paulista foi superior do que a do Fora Collor. Um esquenta chamado com 8 dias de antecedência foi maior do que o Fora Collor. Eles não entendem a grandeza disso. O PT não consegue fazer isto porque não têm participação popular. Kim Kataguiri: Não existe mobilização de comunidade civil, existe mobilização de militância partidária e de movimentos sociais, que é um público que está fixo lá, não é ninguém que eles vão convencer.


IM: Vocês prontamente esperavam a abertura do método de impeachment? RS: A gente trabalhava com a data de 21 de outubro que era sem levar em conta um acordo entre o Eduardo Cunha e o governo, entretanto tiveram discussões bem profundas neste sentido. IM: Na proximidade do recesso parlamentar? RS: Isto. Essa virada de ano, o recesso, a votação da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), tudo isto foi muito inoportuno. Não é politicamente curioso, no entanto a gente necessita trabalhar com a realidade que nós temos. IM: A figura do MBL em relação ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) mudou?


Ou vocês sempre tiveram uma visão crítica em ligação a ele? IM: Como voês receberam a notícia de que o PSDB está unificado ao redor do impeachment? RS: Foi uma decisão atrasada e, mesmo dessa forma, com qualquer um com a sua intensidade de desejo de impeachment. Ficou claro que o PSDB foi empurrado ladeira acima. Claro que existem figuras boas no partido como o Carlos Sampaio (PSDB-SP) e o Bruno Araújo (PSDB-PE).


São pessoas que trabalharam super bem. Não queremos falar o mesmo de José Serra (PSDB-SP), de Fernando Henrique Cardoso ou de um Aécio Neves (PSDB-MG). Eles perderam o bonde da história agora. As pessoas não estão atribuindo a eles a liderança do método. IM: E o que vocês esperam de um eventual governo Temer. Ele tem apoio pra implementar uma transformação pela política econômica? KK: Se ele ir o impeachment, ele neste instante tem 2 terços do Congresso.


Ele tem a liderança das duas casas. RS: Enxergamos uma euforia pós-impeachment que podes cuidar de ingrediente unificador nacional. Tem um pacote de medidas econômicas muito boas no programa "Ponte pro Futuro" do PMDB. Vai poder dirimir os efeitos da crise. Nosso tratado é apoiar tudo aquilo que diminua o tamanho do Estado e aumente a independência econômica. Se for necessário faremos o confronto público a pessoas que sejam contra este movimento.


Dessa forma se o Temer for privatizar corporações públicas, algo que nós defendemos e que as pessoas pediram nas últimas manifestações, como a privatização da Petrobras e dos Correios, nós o apoiaremos. Ele estaria em um momento muito propício às reformas. IM: Nesta charada de política econômica, vários economistas falam de reforma na previdência e pela desindexação do Orçamento. Você acha que com o PT na oposição o Temer seria capaz de fazer isto? RS: Não tenho dúvida que ele vai para cima disso e que é perfeitamente possível dirigir-se pro enfrentamento nesses tópicos.


Ninguém previa um movimento civil pró-impeachment que saísse sem dinheiro e sem apoio pela nação civil organizada, como este ninguém prevê que possamos fazer um debate a respeito da previdência em alto grau e com a participação popular. É possível debater a previdência iniciando pelos exageros dos gastos no judiciário, pelo exagero no gasto com militares. Existe claramente um descompasso entre a previdência pública e a privada, sendo que a pessoa que trabalha em uma corporação privada vai captar que há uma injustiça e não vai aderir ao discurso do PT na oposição de graça.


KK: É possível não só cessar com o prejuízo no comprido período como transformar a previdência em algo lucrativo como o Chile e a Suécia conseguiram, baseando a previdência em poupança e não em dívida. Você tem na Suécia a opção de 600 fundos de investimento e a pessoa que coloca o dinheiro dele ali não está pagando por uma pessoa de uma formação anterior.


Não é uma previdência que se baseia numa pirâmide geracional.fonte para este artigo É uma que se sustenta pelos seus próprios dividendos. Se o governo quiser entrar em um debate destes será incrível. RS: a dificuldade é que o governo quer escolher quanto vai render a sua previdência. IM: Vocês acreditam que o PSDB poderá migrar para a oposição com intenção de se viabilizar em 2018 ou vocês localizam mais possível um acordo que deixe Temer no governo do estado de SP e Aécio pela Presidência?


KK: É mais provável que eles se unam por volta de um acordo. É muito mais o estilo do PSDB do que adotar uma aparência combativa. RS: E o PSDB não vai virar oposição com o bloco inteiro. Partidos como o PSDB, o DEM e o PSC não irão continuar eclipsados pelo PT e pela Rede Sustentabilidade, que serão as estrelas da oposição.



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