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"Pedro Vinicius" (2018-04-20)

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estantesclássico de Himoru Arakawa também aparece na lista dos mais comprados. Foi 2º mangá mais vendido na Estante Virtual em setembro, 34º título na lista geral de quadrinhos. recente relançamento do mangá deve ter contribuído para isso, já que mais pessoas devem estar se desfazendo das edições antigas para comprar a nova, enquanto pessoas que não querem a nova versão (ou mesmo não sabem que existe uma nova) devem estar começando a adquirir a antiga.

Uma ideia apaixonante para colecionadores de carrinhos em miniatura, quartos de crianças, escritórios de adultos, oficinas mecânicas ou revendedores de automóveis da marca Volkswagen. Antes de você decidir em que suporte irá colocar suas revistas, há que decidir cômodo da casa em que elas ficarão armazenadas. Isto é importante, pois as condições de temperatura variam de cômodo para cômodo e elas poderão prejudicar ou beneficiar a preservação das suas revistas de quadrinhos.

Ok, ok, acho que até esse ponto você pode ter se convencido que livros funcionam como meio de comunicação. (Se ainda não estiver, mais um exemplo que mostra a proximidade da literatura com jornalismo e como ambos servem como canal de comunicação: Você sabia que alguns dos grandes clássicos da literatura brasileira foram publicados primeiramente em jornais? A Moreninha de Joaquim Manuel de Macedo é um exemplo. Publicado primeiramente como folhetim - praticamente um ancestral na nossa telenovela - esses livros alimentavam a curiosidade do público e só depois de muito tempo começaram a ser editados e publicados de forma integral, como conhecemos hoje). Agora me diz: Por que HQ não pode cumprir esse papel? Se que conta é estar no produto" jornal, podemos listar centenas de cartunistas que publicam em periódicos.

Mauricio de Souza é sem dúvida um dos meus autores preferidos de todos os tempos, foi graças a ele que eu tinha com que me entreter nas tardes tediosas de domingo, lendo gibis ou fazendo as atividade do Almanaque da Turma da Mônica e mesmo agora com 33 anos continuo conectada com os personagens do autor, seja pelos vídeos do Mônica Toy (que sou viciadíssima) ou pelas excelentes Graphic Novels. Ler a história de vida desse homem incrível foi uma experiência gratificante e muito bom para entender um pouco da personalidade e perseverança de Maurício.

Para organizar sua coleção de miniaturas, Erica comprou uma estante com um número fixo de nichos. Enfim, a novidade não tão nova agora é que a história de Fani e Leo irá parar nos quadrinhos em breve, sim, teremos um Graphic Novel da série. Vale lembrar, que a história dos HQs não estará na ordem cronológica dos livros, ou seja, não irá contar a história de Fazendo Meu Filme 1, e sim falará apenas da festa surpresa que Fani organiza para Leo, da qual não sabemos muita coisa, pois não é um acontecimento muito citado no livro. Apenas sabemos.

Moacy Cirne, professor aposentado, escritor e autor do primeiro livro brasileiro sobre quadrinhos (A explosão criativa dos quadrinhos", de 1970), vê como uma necessidade estantes natural essa desmitificação dos quadrinhos. Mais cedo ou mais tarde, esse processo seria desencadeado. As HQs têm uma linguagem que dialoga com várias áreas, e a produção brasileira não deixa a desejar para nenhum mercado. Mas, como a coisa é muito dinâmica, a tal globalização contribui para quadrinho perder um pouco a personalidade, a característica de determinado lugar", disse Moacy.

estante para carrinhosIdeia, roteiro, rascunho, desenho, arte final, letramento, paginação, impressão, montagem e distribuição: as fases de produção de uma história em quadrinhos são várias e muito trabalhosas. Na Sessão Geleia HQ, desafio era cumprir todas essas etapas em grupo - e em apenas 24 horas. Em uma mesma sala, a criatividade de 12 desenhistas cresceu até quase não caber mais. Gabriel Góes, João Lin, Luciano Salles, Magenta King, Pedro Cobiaco, Tiago Lacerda (Elcerdo), João Carlos Vieira (João Azeitona), Dalton Tadeus Soares Cara (Dalts), Mateus Santolouco, Felipe Nunes, Marcelo Costa e Magno Costa uniram esforços para produzir "Rô", a história de um personagem sem gênero definido, contada em terceira pessoa e por vários pontos de vista. "A ideia era achar um tema com algum elemento em comum que ligassem as histórias. Este elemento iria ser plano principal para cada artista criar. E foi definido que seria um personagem esse elo", explica Tiago Lacerda.

A participação em eventos de encontro de colecionadores também é uma boa forma de encontrar aquele item que está faltando em sua coleção, e também claro, fazer um Networking com outros apaixonados pelo hobby, que vão poder te dar muitas outras dicas valiosas.

A ideia de trazer HQs em formato encadernado, compilando algum arco ou evento das HQs, é muito interessante para os leitores já há algum tempo. Pensando racionalmente, a editora consegue encontrar e angariar público para a obra de um jeito mais fácil e, para colecionador, é a melhor forma de conseguir arcos completos de alguma história que, porventura, ele não possua nas edições mensais — mas, principalmente, para organizar melhor sua coleção. De fato, encadernado é um formato que é utilizado maciçamente em mercados como estadunidense e japonês, para auxiliar os leitores a catalogar suas publicações e a adquirir esses produtos editoriais com preço mais baixo do que comprando títulos mensais ou antologias (sejam elas mensais, como nos EUA, ou semanais, como no Japão ou na Inglaterra).

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